segunda-feira, 28 de novembro de 2011 0 comentários

Fonologia Números

Fonologia

Japanese (standard) vowels.png

Números

Número Forma japonesa Leitura Preferencial (1) Leitura Preferencial (2)
0 rei zero
1 ichi ichi
2 ni ni
3 san san
4 yon shi
5 go go
6 roku roku
7 shichi nana
8 hachi hachi
9 kyuu ku
10 juu too
O número quatro (四) ganhou esse preferencial (2) devido ao outro significado também concedido a sua pronuncia "shi", que significa "morte". Este número é bastante evitado na língua japonesa, como sua omissão em números de casas, hospitais, carros, códigos postais, etc. Popularmente, o preferencial é a pronúncia "yon"

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Polidez

De uma forma muito diferente de outras línguas, a língua japonesa tem um sistema gramatical e léxico de exprimir diferentes graus de cortesia. Pode-se dizer que existem basicamente três níveis de polidez, embora seja impossível teorizá-lo, já que a delimitação dos níveis de cortesia é difícil por causa da interdependência entre cada um dos níveis.
As crianças aprendem nos primeiros anos de vida uma forma simples de se exprimir, familiar. Este modo de se exprimir é usado por todo falante nativo quando pensa consigo mesmo, quando fala consigo mesmo, quando fala com pessoas de nível social e profissional igual ou inferior ao seu, ou em ambiente familiar, independente da idade. A gramática está na sua forma mais simples e abreviada, embora esteticamente seja a forma mais direta. Mesmo falando perante o imperador, se um mosquito picar um japonês, ele dirá 痛い! itai! (equivalente a "Ai!"), o que não contém nenhum elemento de cortesia. Se desejássemos ver a forma polida de 痛い, como é um adjetivo "-i", poderiamos nesse caso adicionar です resultando em 痛いです! だ é a forma impolida de です, contudo é impossível que haja uma frase : 「痛いだ!」 pois nunca adiciona-se だ a um adjetivo "-i". A forma informal então seria como visto acima : 「痛い!」.
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Gramática

A gramática da língua japonesa, embora bastante diferente da gramática da língua portuguesa, é relativamente simples e regular (fora algumas exceções), que permite seu aprendizado de forma até bastante rápida. Por este mesmo motivo, falantes nativos do japonês precisam de um esforço suplementar para o aprendizado de línguas estrangeiras.
Na sequência, estão apresentadas algumas das características da gramática da língua japonesa.
A ordem básica das palavras em uma proposição é sujeito-objeto-verbo (SOV). Além disso, em geral, o objeto se põe na ordem tempo-modo-lugar.
A estrutura básica de uma frase é tema-rema.
O tema é um termo com significado amplo; pode coincidir ou não com o sujeito da frase e compreende outras informações já conhecidas, ou que já não necessitam ser
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Entonação

A entonação no japonês manifesta-se pela mudança na altura do som de uma ou outra mora. Ela tem um papel secundário, existindo em alguns poucos casos em que a mudança na melodia da palavra produz mudança de sentido (ex:雨.あめ.àme, "chuva"; 飴.あめ.a, "bala, doce"). Os dialetos japoneses apresentam várias diferenças quanto ao tipo, posição e amplitude da entonação.
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Silabário japonês

A tabela a seguir mostra as formas hiragana e katakana de escrita junto com o sistema Hepburn, também conhecido como o principal sistema de Roomaji.
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Sonoridade da língua japonesa

Vogais: existem cinco, muito semelhantes às das línguas italiana e espanhola, com sons "puros", exceto pelo som u, que assemelha-se um pouco com o primeiro e de pequeno do português europeu. A ordem das vogais no japonês é a, i, u, e, o. O u e o i podem aparecer após outras moras para indicar o alongamento da vogal da mora anterior (ex: がっこう ga-k-ko-o, "escola"; すいえい su-i-e-e ou, às vezes, su-i-ei, "natação")
Consoantes: são muito
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Sistemas de pronúncia e escrita japonesas

O japonês usa cinco sistemas de escrita diferentes: rōmaji, hiragana, katakana, kanji e os algarismos indo-arábicos.
漢字 Kanji são os caracteres de origem chinesa, usados em:
  • substantivos;
  • radicais de adjetivos e verbos;
  • nomes de locais e de pessoas.
平仮名 Hiragana são caracteres fonéticos usados em:
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Dialetos

Vários dialetos são falados no Japão. A profusão é devida ao terreno montanhoso do arquipélago e à longa história de isolamento interno e externo do país. Os dialetos, em geral, diferem em termos de acento tonal, morfologia inflexional, vocabulário, uso das partículas e pronúncia. Alguns dialetos, embora seja mais raro, variam até no repertório de vogais.
Dialetos de regiões menos centrais, como os
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Status oficial

O japonês é a língua oficial do Japão e somente neste país ela tem também status de língua oficial de trabalho.
Há duas formas da língua consideradas as padrões: hyōjungo (標準語) ou japonês padrão e kyōtsūgo (共通語) ou japonês comum. A política governamental do Japão modernizou a língua e, com isso, a distinção entre esses dois padrões foi se atenuando com o tempo.
O japonês padrão pode também ser
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Distribuição geográfica

Embora falada quase que exclusivamente no Japão, a língua japonesa tem sido, e ainda é, falada em alguns outros países. Estima-se que o número de falantes seja em torno de 127 milhões de pessoas. Quando o Japão ocupou a Coreia, Taiwan, partes da China e várias ilhas do Pacífico, os habitantes locais de tais países foram forçados a aprender a língua japonesa sob imposição de programas de hegemonização imperial. Como resultado, ainda há muitas pessoas nesses países que falam a língua japonesa, tão-somente ela ou tão bem quanto falam as línguas locais. Além disso, emigrantes, a maioria vivendo no Brasil, onde está a maior comunidade japonesa fora do Japão, na Austrália (especialmente Sydney, Brisbane e Melbourne), nos Estados Unidos (notavelmente na Califórnia e no Havaí), também falam japonês com frequência. Também há uma pequena comunidade em Davao, Filipinas. Os descendentes dos emigrantes (conhecidos como nikkei, 日系, lit. "descendentes de japoneses"), porém, raramente falam a língua japonesa fluentemente. Estima-se que cerca de 3 milhões de não-japoneses estejam estudando a língua.
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Classificação linguística

O idioma japonês forma, juntamente com outros dialetos minoritários do Japão, a família linguística das línguas japônicas ou grupo de línguas japonês-ryukyuan
As línguas japônicas e o coreano (hangul) são classificadas dentro do grupo das línguas altaicas devido a um grande número de analogias. Não se sabe, contudo, se as semelhanças são ocasionadas por origem comum desses idiomas ou por convergência. A gramática da língua japonesa assemelha-se muito à da língua coreana com partículas idênticas como ga e ka. A semelhança de
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Língua japonesa

A língua japonesa é o idioma falado no Japão e em outros lugares do mundo onde se encontram comunidades de imigrantes e descendentes de japoneses, ou nikkei. A maior dessas comunidades fora do Japão encontra-se no Brasil, seguida pelas do Peru e dos Estados Unidos.
É uma língua aglutinante e caracteriza-se por um
segunda-feira, 21 de novembro de 2011 0 comentários

Perfume 2009 Take off パフューム I\


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sábado, 19 de novembro de 2011 0 comentários

tokyo



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yui

veja mais click em mais informações





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Fairy tail





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sexta-feira, 18 de novembro de 2011 0 comentários

Love Hina






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Yumekui Merry


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Perfume 2009 Take off パフューム I\


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Xanda


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domingo, 6 de novembro de 2011 0 comentários

Lista jōyō kanji


Educação secundária (939 kanji)

Kanji Português On Kun
terminar ryō owaru ou tsuini
além do mais, também, e, de novo mata
e (prep.), com, a (prep.), para, dar yo ataeru ou kumisuru ou tomoni
unidade de medida (aprox. 3,3m) jō ou chō take ou dake
lâmina, faca jin ha ou yaiba ou kiru
todo, qualquer bon ou han subete ou oyoso
colher shaku shaku
reciprocamente go ou ko tagai
lamentar, sofrer chō ou teki tomurau ou tsuru
poço, mina shō ido
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Lista jōyō kanji

6ª série - 181 kanji

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Lista jōyō kanji

5ª série - 185 kanji

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Lista jōyō kanji

4ª série - 200 kanji

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Lista jōyō kanji

3ª série - 200 kanji

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Lista jōyō kanji

2ª série - 160 kanji

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Lista jōyō kanji

Educação primária (1006 kanji)

 

1ª série - 80 kanji

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À lista jōyō

À lista jōyō kanji foram adicionados mais 95 kanji que não apareciam nos tōyō kanji
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Jōyō kanji

Jōyō kanji é a lista de 1945 kanji feita pelo Ministério da Educação Japonês, catalogando os ideogramas a serem utilizados em textos oficiais, imprensa, editores e
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Cosplays do inuyasha

 
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Caracterização

Caracterização

Cosplay é originariamente de personagens de quadrinhos, hoje em dia de desenhos, animes e mangás. São pessoas que se vestem do seus persongens predileto. Cosplay originariamente ligava-se a personagens de quadrinhos. Com o passar do tempo, contudo, foi-se tornando uma tradição e um hábito que se espalhou por todos os tipos de convenções, a envolver séries ou personagens, principalmente as de Jornada nas estrelas (Star Trek) e Guerra nas estrelas (Star Wars), no qual as pessoas fantasiadas tornaram-se atração principal, em concursos de fantasia e interpretações de cenas dos filmes ou episódios, o que permitia revelar talentos de nível profissional. Rapidamente se espalhou pelo mundo todo, chegando na Comiket, famosa convenção realizada há anos no Japão, onde o termo se popularizou e se espalhou especialmente em eventos e encontros de anime, mangá e videojogos, respectivamente as animações e quadrinhos japoneses.
A palavra cosplay, como já foi dito, é uma espécie de abreviação para "costume play" (costume = roupa / traje / fantasia e play = atuar). Ou seja, o cosplayer se caracteriza como um personagem de algum livro, mangá, jogo ou filme que queira homenagear; representa a personalidade deste; e em alguns eventos pode até mesmo competir com outros cosplayers em concursos, embora o grande barato e diversão sejam a exposição e o contato social gerado dentro do ambiente. Um dos principais objetivos desse passatempo é fazer amigos.
Caracteriza-se o cosplay pelo acrônimo inglês DIY (Do it yourself - faça você mesmo): o pretendente a cosplayer providencia os materiais para a confecção (alguns mandam determinadas peças a artesãos ou costureiras, ou fazem seus cosplays inteiramente em "Cosplay Stores" (lojas especializadas em confecção de cosplays), prepara os materiais de referência, monta a apresentação (caso haja), enfim, trabalha a interpretação, o figurino e às vezes até o cenário.
É uma atividade da qual podem participar e divertir-se crianças, adolescentes e adultos de todas as idades, sexo e condição social. Alguns cosplayers chegam a gastar entre R$ 100,00 (36 €) e R$ 1.000,00 (360 €), às vezes mais, em roupas e acessórios, e levam a coisa a sério. Um passatempo como outro qualquer, porém com a singularidade de permitir o participante tornar-se seu personagem favorito por um dia. Nas gerações Star Wars, equivaleria a se vestir como um Jedi ou um cowboy de Faroeste. Nisso reside o embrião da vertente teatral do cosplay: papéis são efetivamente representados, com significativa monta de carga artística.
Cosplay de Naruto e Kakashi.
Atualmente o mercado de cosplayers tem atraído empresas de todo mundo. Muitas delas estão criando lentes de contato e outros elementos para serem usados, tornando o personagem mais próximo do real. Os preços ainda estão altos, mas a tendência é que torne-se popular.
No início, os únicos cosplays eram de personagem de Star Wars (como os Stormtroopers); mas logo os animes e mangás foram tomando conta do público. Hoje, no Brasil, já se vêem cosplays de qualquer mídia, entre elas comics, filmes, livros e até personagens de Internet.
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História do Cosplay

História

Originalmente conhecido como masquerade, o cosplay NÃO foi criado no Japão. O primeiro cosplay conhecido foi criado por Forrest J. Ackerman em 1939 durante a primeira Worldcon, na companhia de Myrtle R. Douglas. Ele criou a veste chamada "futurecostume", enquanto ela criou uma versão do vestido do filme de 1936 "Things to Come". Desde então, tornou-se uma prática anual nas Worldcon, com concursos e atrações próprias, e mais tarde estendendo-se aos fãs de fantasia e quadrinhos. Os primeiros cosplays de mangá/anime registrados são posteriores aos anos 70, nos EUA. O fenômeno do cosplay chegou ao Japão na década de 80 pro meio de Nobuyuki Takahashi, que ficou surpreso com o costume ao visitar um Wordcon, que começou a incentivar a pratica no Japão pelas revistas de Ficção Científica. Tornou-se comum no Japão durante as Comic Markets do Japão (criadas em 1975), que se celebram em Odaiba (Tóquio), lugares de compra e venda de Dōjinshi. Esse evento prosseguiu desde então e se realiza regularmente. Lá, grupos de japoneses vestiam-se de seus personagens favoritos de mangás, animes, comics e videojogos. Assim pois, tal prática sempre tem sido muito relacionada com aqueles produtos. Contudo, com o passar do tempo, foi-se estendendo a outros domínios, em conceitos e culturas, ganhando foro internacional. Com a popularização do anime nos anos 90, o cosplay japones tornou-se popular no mundo todo, tratando-se de caracterizações de personagens existentes, enquanto que os primeiros cosplays (estadunidenses) estendiam-se principalmente à criação de personagens, não somente se prendendo aos pré existentes.
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o que e Cosplay

Cosplay (コスプレ Kosupure) é abreviação de costume play ou ainda costume roleplay (ambos do inglês) que podem traduzir-se por "representação de personagem a caráter", e tem sido utilizado no original, como neologismo, conquanto ainda não convalidado no léxico português, embora já conste doutras bases[2], para referir-se a atividade lúdica praticada principalmente (porém não exclusivamente) por jovens e que consiste em disfarçar-se ou fantasiar-se de algum personagem real ou ficcional, concreto ou abstrato, como, por exemplo, animes, mangás, comics, videojogos ou ainda de grupos musicais — acompanhado da tentativa de interpretá-los na medida do possível. Os participantes (ou jogadores) dessa atividade chamam-se, por isso, cosplayers.
sexta-feira, 4 de novembro de 2011 0 comentários

origami

aprenda a fazer
tsuru ( 鶴 ) 

video

 
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nomes dos vocaloids

Vocaloids

Relação de nomes de todas as vocaloids:
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vocaloid

Vocaloid (ボーカロイド Bōkaroido) é um software de síntese de voz desenvolvido através de um projeto de investigação entre aUniversidade Pompeu Fabra, na Espanha e Yamaha, que apoiou financeiramente o desenvolvimento e, mais tarde desenvolveu o software para o produto comercial "Vocaloid". Ele usa tecnologia de sintetização de voz gravada especialmente de atores ou cantores. Para criar uma canção, o usuário deve ter a melodia e a letra. Um piano de interface é usado para introduzir a melodia e as letras podem ser inseridas em cada nota. O software pode alterar a ênfase das pronúncias, adicionar efeitos como vibrato, ou alterar a dinâmica e o tom da voz. Cada Vocaloid é vendido como "um cantor em uma caixa" projetado para funcionar como um substituto para um cantor real. O software é destinado a músicos profissionais, bem como outros usuários até agora têm vendido a ideia de que os únicos limites são as habilidades próprias dos usuários.
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Aprenda a preparar Sush

Aprenda a preparar Sush
- Para servir até quatro pessoas, coloque 2 xícaras (chá) de arroz Variedades Mundiais Tio João Cozinha Japonesa em uma tigela e lave-os com delicadeza
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HISTÓRIA DO ORIGAMI



HISTÓRIA DO ORIGAMI
   A origem exata do origami é desconhecida, mas acredita-se que tenha surgido como uma decorrência natural da invenção e divulgação do papel, e ainda segundo alguns pesquisadores está relacionada com um costume ou
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FullMetal Alchemist


Fullmetal Alchemist (鋼の錬金術師 Hagane no Renkinjutsushi, lit. Alquimista de Aço) é uma série de mangá criada por Hiromu Arakawa e serializada
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inuyasha


Inuyasha (戦国お伽草子–犬夜叉 Sengoku Otogi Zoshi Inuyasha, lit. "A Fantástica História do Período Feudal de Inuyasha") é um mangá e anime japonês criado porRumiko Takahashi.
quarta-feira, 2 de novembro de 2011 0 comentários

Japonês antigo

Japonês antigo

O japonês antigo compartilha alguns vocábulos com os períodos posteriores mas há também algumas palavras que não são mais utilizadas.
Notas:
  • A transcrição é baseada no fonema e não na fonética. Veja Língua japones antiga para mais informações.
  • Veja Jōdai Tokushu Kanazukai para informações sobre a notação de subscritos..
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Números Formais

Números Formais

Como nos números chineses, existe em japonês um conjunto de separado de Kanji para representar números chamado de daiji (大字), eles são utilizados em documentos legais e financeiros para evitar que indivíduos inescrupulosos adicionem um traço ou dois e mudem os valores (transformem um 1 em um 2 ou 3). Os números formais são idênticos aos números formais chineses exceto por pequenas variações. Atualmente, somente os algarismos relativos a
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Frações decimais

Frações decimais

O japoês possui dois sistemas de numeração para as frações decimais. Eles não são mais de uso geral mas ainda são utilizados em alguns contextos como nos jogos de baseball, estatísticas desportivas, em algumas expressões idiomáticas (como 五分五分の勝負 "chances meio-a-meio") e quando representando uma taxa de desconto.
Um dos sistemas é o seguinte:
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Potências de 10

Grandes Números

Seguindo a tradição chinesa, os grandes número são criados pelo agrupamento de algarismos em miríades (a cada 10.000) ao invés do milhares como é tradicional no Ocidente:
Ordem 104 108 1012 1016 1020 1024 1028 1032 1036 1040 1044 1048 1052 ou 1056 1056 ou 1064 1060 ou 1072 1064 ou 1080 1068 ou 1088
Kanji �� 恒河沙 阿僧祇 那由他/那由多 不可思議 無量大数
Leitura man oku
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Numeração básica em japonês

Numeração básica em japonês

Os números em japonês podem ser escritos com algarismos arábicos (1, 2, 3) ou com numerais chineses (一, 二, 三). Os algarismos arábicos são usados com mais frequência na yokogaki (escrita horizontal) e os numerais chineses são mais comuns em tategaki (escrita vertical).
(Alguns algarismos possuem mais de um nome.)
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Números

Números


Número Forma japonesa Leitura Preferencial (1) Leitura Preferencial (2)
0
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Fonologia

Fonologia

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Polidez

Polidez

De uma forma muito diferente de outras línguas, a língua japonesa tem um sistema gramatical e léxico de exprimir diferentes graus de cortesia. Pode-se dizer que existem basicamente três níveis de polidez, embora seja impossível teorizá-lo, já que a delimitação dos níveis de cortesia é difícil por causa da
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Gramática

Gramática

A gramática da língua japonesa, embora bastante diferente da gramática da língua portuguesa, é relativamente simples e regular (fora algumas exceções), que permite seu aprendizado de forma até bastante rápida. Por este mesmo motivo, falantes nativos do japonês precisam de um esforço suplementar para o aprendizado de línguas estrangeiras.
Na sequência, estão apresentadas algumas das características da
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Entonação

Entonação

A entonação no japonês manifesta-se pela mudança na
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Sistemas de pronúncia e escrita japonesas

Sistemas de pronúncia e escrita japonesas


Os ideogramas, conhecidos como kanjis, que formam a palavra nihongo, Língua Japonesa.
O japonês usa cinco sistemas de escrita diferentes: rōmaji, hiragana, katakana, kanji e os algarismos indo-arábicos.
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No Brasil

No Brasil

Como resultado da imigração japonesa no Brasil, o idioma japonês é ainda bastante difundido entre a comunidade de origem nipônica. Atualmente, a maioria dos nipo-brasileiros falam principalmente o português. A primeira geração fala com frequência dialetos japoneses, muitos deles somente o japonês. A segunda geração é geralmente bilíngue em japonês e português. Numa pesquisa, 53% da segunda geração declarou somente ter falado japonês na infância. Hoje, 13,3% fala apenas japonês, 18,1% apenas português e 68,8% ambas as línguas. A terceira geração é mais luso-falante, com
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Dialetos

Dialetos

Vários dialetos são falados no Japão. A profusão é devida ao terreno montanhoso do arquipélago e à longa história de isolamento interno e externo do país. Os dialetos, em geral, diferem em termos de acento tonal, morfologia inflexional, vocabulário, uso das partículas e pronúncia. Alguns dialetos, embora seja mais raro, variam até no repertório de vogais.
Dialetos de regiões menos centrais, como os dialetos de Tōhoku ou Tsushima, podem ser ininteligíveis para pessoas de outras partes do país. O dialeto usado em Kagoshima, na
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Status oficial

Status oficial

O japonês é a língua oficial do Japão e somente neste país ela tem também status de língua oficial de trabalho.
Há duas formas da língua consideradas as padrões: hyōjungo (標準語) ou japonês padrão e kyōtsūgo (共通語) ou japonês comum. A política governamental do Japão modernizou a língua e, com isso, a
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Distribuição geográfica

Distribuição geográfica

Embora falada quase que exclusivamente no Japão, a língua japonesa tem sido, e ainda é, falada em alguns outros países. Estima-se que o número de falantes seja em torno de 127 milhões de pessoas. Quando o Japão ocupou a Coreia, Taiwan, partes da China e várias ilhas do Pacífico, os habitantes locais de tais países foram forçados a aprender a língua japonesa sob
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Classificação linguística

Classificação linguística

O idioma japonês forma, juntamente com outros dialetos minoritários do Japão, a família linguística das línguas japônicas ou grupo de línguas japonês-ryukyuan[2]
As línguas japônicas e o coreano (hangul) são classificadas dentro do grupo das línguas altaicas devido a um grande número de analogias.[3] Não se sabe, contudo, se as
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Língua japonesa

A língua japonesa é o idioma falado no Japão e em outros lugares do mundo onde se encontram comunidades de imigrantes e descendentes de japoneses, ou nikkei. A maior dessas comunidades fora do Japão encontra-se no Brasil, seguida pelas do Peru e dos Estados Unidos.
É uma língua aglutinante e caracteriza-se por um sistema complexo de construções honoríficas, que refletem a natureza hierárquica da sociedade japonesa, com formas verbais e
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Anexo:Lista de nomes próprios transcritos para katakana

Esta é uma tabela com nomes próprios, comuns na língua portuguesa, transcritos para o silabário japonês katakana. Muitos nomes mudam de pronúncia conforme o sotaque da região. Em muitos casos, nomes com fim em "e" e "o" em katakana vão ficar "i" e "u" pelo modo de falar informal. E lembrem-se que na língua japonesa não existe o fonema equivalente a nossa letra ele e não existem letras mudas. São substituídos pela letra erre e por sílabas terminadas em u e em o (depois de d e t) respectivamente. O fonema da letra tê em "ti" equivale somente a uma pronúncia semelhante à nordestina ou à gaúcha. Para a pronúncia das demais regiões o "ti" se trasnforma em "chi", lembrem-se também que a romanização da língua japonesa não é equivalente à nossa língua.
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Nomes Comuns Transcritos

Nomes Comuns Transcritos

Alguns exemplos de transcrição de nomes próprios para o katakana:
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Ortografia

Ortografia

Marca de extensão de vogal
Em katakana se representa uma vogal extensa a partir de um traço largo chamado chōon (ー na escrita horizontal, | na escrita vertical).
Se a palavra é japonesa, também pode-se formar as extensões de forma análoga a como se faz em hiragana:
Exemplos:
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Usos do Katakana

Usos do Katakana

O katakana é usado para escrever nomes comuns e próprios de origem estrangeira, principalmente ocidental, onomatopéias, palavras técnicas, gírias e nomes científicos de plantas e animais. As onomatopéias escritas em katakana estão muito presentes na língua japonesa - nas histórias em quadrinhos (mangás), elas são frequentemente usadas para
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Tabela do Katakana

Tabela do Katakana

Está é uma tabela do katakana em conjunto com a romanização do Sistema Hepburn. Os Katakana com dakuten ou handakuten seguem o gojūon kana sem eles. Os caracteres em vermelho são obsoletos, e os caracteres em verde são adições modernas, usadas principalmente para representar sons de outras línguas. Aprender a ler katakana muitas vezes é complicada pelas semelhanças entre caracteres diferentes. Por exemplo, os shi シ e tsu ツ, bem como so ソ e n ン, parecem muito semelhantes escritos exceto pela inclinação e forma. (Essas diferenças em inclinação e forma são mais proeminentes quando escrito com um pincel.)
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Katakana +

O katakana (片仮名, katakana) é um dos silabários empregados na escrita japonesa junto com o hiragana. Se atribui sua invenção ao monge Kukai o Kobo Daishi. Também se pode empregar katakana para referir-se a qualquer caractere do hiragana. Quando se refere ao
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Furigana

Furigana (振り仮名)também conhecido como rubi é o nome dado à forma de adicionar hiragana a um ideograma kanji. O hiragana dá a pronunciação do kanji em questão, e é escrito
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Histórico

Histórico

Os japoneses indicam historicamente que o hiragana contemporâneo é uma derivação do Kanji utilizado no período Heian (749 D.C.-1185 D.C.).Esta derivação surgiu como uma simplificação manual dos kanjis mais difundidos fonéticamente entre os que podiam ler e escrever na época.
A difusão e assimilação desta nova escrita se deve ao fato que,
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Regras de Escrita

Regras de Escrita

O japonês é escrito como é ouvido; Exceto as partículas de sentença, que possuem uma segunda leitura. É o caso de は (ha)que é lido (wa) quando ele é uma partícula, a partícula へ (he) que também é lido (e) e a partícula を (wo) que é lida como (o).
Este nem sempre foi o caso: um sistema anterior de escrita, agora referido como
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Tabela hiragana-rōmaji

Tabela hiragana-rōmaji

A tabela a seguir mostra o hiragana junto com a sua romanização Hepburn. Kanas obsoletos estão marcados em vermelho. Existem 104 casos.
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Hiragana +

Hiragana (平仮名) é um dos alfabetos silábicos (silabário) da língua japonesa. É usado para todas as palavras para as quais não exista kanji, ou
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Nome de países em ateji

Nome de países em ateji

A maioria dos nomes dos países estrangeiros em língua japonesa é escrita em katakana, mas muitos têm transliterações em kanji que remontam à era Meiji ou antes. Veja alguns nomes de países em ateji:
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Ateji

Ateji (当て字, 宛字 ou あてじ) são, no japonês moderno, kanji usados para representar palavras nativas ou então palavras emprestadas de outras línguas. Isso é análogo ao man'yōgana (万葉仮名 – まんようがな), sistema silabário usado na sociedade japonesa pré-moderna.
Por exemplo, sushi (que pode ser escrito como
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Transliteração (ou romanização) de nomes japoneses

Transliteração (ou romanização) de nomes japoneses

Houve e há vários sistemas de transliteração do japonês para o alfabeto romano. Alguns são usados exclusivamente no Japão, mas o sistema Hepburn, desenvolvido pelo reverendo James Curtis Hepburn, é um sistema adotado também no Japão para romanizar nomes em passaportes e em outras situações que envolvem
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Nomes de outros grupos étnicos no Japão

Nomes de outros grupos étnicos no Japão

Muitas minorias étnicas que emigraram para o Japão após a Segunda Guerra Mundial, principalmente coreanos e chineses, adotam nomes japoneses para facilitar as comunicações e também como uma maneira de evitar serem discriminados. A origem desse costume remonta à política da era
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Dificuldades na leitura de nomes

Dificuldades na leitura de nomes

Um nome escrito em kanji pode ter mais de uma pronúncia, mas só uma delas é correta para um determinado indivíduo. De modo inverso, um nome pode ser representado com muitos kanjis diferentes, mas, novamente, só uma delas é correta para um determinado
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Caracteres

Caracteres

Os nomes japoneses são escritos geralmente em kanji (ideogramas) apesar de alguns nomes utilizarem hiragana ou até mesmo katakana, ou uma mistura de kanji e kana. Enquanto a maioria dos nomes "tradicionais" utilizam leitura de kanji kun'yomi (japonês nativo), um grande número de nomes próprios e sobrenomes também utilizam a leitura de kanji on'yomi (baseado no chinês).
Muitos outros nomes são lidos especificamente como nomes (nanori), como o nome feminino Nozomi (希). A maior parte dos nomes se
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estrutura

Estrutura

Estruturalmente, os nomes japoneses são simples comparados com nomes em muitas outras culturas. Todo japonês ou japonesa tem um sobrenome e um nome próprio, sem um segundo nome ou nome do meio, excetuando-se os membros da Família Imperial que não possuem um sobrenome. O nome próprio em japonês é chamado
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Antroponímia japonesa

Um nome japonês (人名 jinmei) moderno é composto de um apelido de família, ou sobrenome, seguido de um prenome. Assim como os nomes chineses, coreanos, vietnamitas e alguns tailandeses, os nomes japoneses estão de acordo com o sistema de nomes próprios da Ásia oriental .
Os "nomes do meio" não são reconhecidos no Japão; pelo menos no sentido dos
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coisas importântes sobre o romanji

Kana sem formas romanizadas

Não existe uma forma de romanização universalmente aceita para algumas formas de kana. Particularmente, não existe uma forma de romanização para kana de tamanho normal combinados com as versões pequenas do kana vogal, 'ぁ', 'ぃ', 'ぅ', 'ぇ' e'ぉ', com as versões pequenas do kana y, 'ゃ', 'ゅ', e'ょ', e com o kana sokuon ou pequeno tsu 'っ'. Embora estes sejam normalmente vistos como
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mais sobre romanji

Exemplos de palavras escritas em cada sistema de romanização

Português Japonês Leitura em Kana Romanização
Hepburn Revisto Kunrei-shiki Nihon-shiki
Caracteres romanos ローマ字 ローマじ rōmaji rômazi rômazi
Monte Fuji 富士山 ふじさん Fujisan Huzisan Huzisan
chá お茶 おちゃ ocha otya otya
governador 知事 ちじ chiji tizi tizi
encolher 縮む ちぢむ chijimu tizimu tidimu
continuar 続く つづく tsuzuku tudzuku tuduku

Tabela de romanização

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mais alguns assuntos sobre o romanji

Vogais longas

A variante de romanização mais comum é omitir os macrons ou acentos circunflexos usados para indicar uma vogal longa. Isto é extremamente comum nas versões romanizadas de palavras japonesas usadas em inglês e português. Por exemplo, a capital do Japão, cujo nome se escreve Tōkyō em japonês romanizado, é universalmente escrita como Tokyo (no Brasil, Tóquio). No Japão, como o japonês romanizado é visto como uma conveniência para os estrangeiros lerem os sinais mais
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algo mais sobe o romanji

Sistemas modernos

Sistema Hepburn ou Hebon-shiki

A versão revisada do sistema de romanização Hepburn usa um macron para indicar algumas vogais longas, e um apóstrofo para indicar a separação de fonemas facilmente confundidos. Por exemplo, o nome じゅんいちろう, escrito com os caracteres
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romanji

O romaji (em japonês: ローマ字, rōmaji, lit. "letra romana") é empregado na transcrição fonética da língua japonesa para o alfabeto latino (ou romano). O japonês é escrito normalmente ou em kanjis (cerca de dois mil ideogramas) ou em hiraganas e katakanas (quase duas centenas deles). A romanização está presente onde há mensagens destinadas a estrangeiros, como nas sinalizações de rua, em passaportes, em dicionários e em
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um pouco mais da história dos kanjis

Os kanji (漢字) são caracteres da língua japonesa com origem de caracteres chineses, da época da Dinastia Han, que se utilizam para escrever japonês junto com os
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algo mais sobre hiragana e katakana

As origens do katakana e hiragana
(Texto: Akiko Kurihara*)
Tanto katakana quanto hiragana tiveram como sua origem os ideogramas, ou seja, os kanji, introduzidos da China.
Atualmente, são utilizadas 46 letras cada e são empregados para diferentes finalidades. O katakana é usado para grafar as palavras e os nomes
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links de imagens de kanji

Classificação por Ordem Alfabética
A
Abril (shigatsu) Acreditar (shinjiru) Agosto (hachigatsu) Água (mizu)
Águia (washi) Aikidô (aikido) Alegre (akarui) Alma (tamashii)
Amarelo (kiiro) Amiga(o) (tomodati) Amizade (yuujou) Amor (ai)
Anjo (tenshi) Aquário (mizugameza) Ar (kuuki) Áries (ohitsujiza)
Arte (geijutsu) Atitude (shisei) Audição (choukaku) Avó (sobo)
Avô (sofu) Azar (fuun) Azul (ao)
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kanji relacionados a horóscopo

Horóscopo Oriental

Nezumi
Rato

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alguns kanjis relacionados a familia


Kazoku
Familia

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alguns dados a mais sobre kanji

Os kanji ou ideogramas foram criados na China há mais de 3500 anos. No início, não passavam de desenhos que, com o tempo, foram esquematizados em imagens pictográficas até adquirem
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alguns kanjis



Yuujou
Amizade
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A origem do Hashi
Aqueles pauzinhos que vemos por aí nos restaurantes orientais são conhecidos como hashi, hoje em dia, utilizados para comer, entretanto, há 2500 anos antes de Cristo, conta-se que era utilizado como suporte para grelhar carnes sobre a brasa, evitando assim queimar-se e também
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A cultura japonesa é bem diferente da ocidental. Assim, as regras à mesa também diferem consideravelmente.
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Hashi (箸) são os palitinhos – em pares e de mesmo tamanho – utilizados para comer. Comum em países como o Japão, China e Coreia. Podem ser de madeira, bambu ou plástico, dentre outros materiais como metal e osso. A utilização de metais preciosos para a confecção de hashis eram comum entre os ricos, pois dizia-se que
terça-feira, 1 de novembro de 2011 0 comentários

Hiragana

Uma das primeiras coisas que todo mundo se pergunta ao começar os estudos do idioma japonês é sobre o alfabeto japonês: como são as
 
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